domingo, 27 de julho de 2008

FOLHA

Uma folha mascarou-se de ritmos brilhantes,
da textura das rosas
de sons azuis e calados,
e viajou no dorso de um condor
para além do que é permitido viajar.
Rompeu a neblina do impossível
a névoa do tempo obscuro
a fronteira do improvável
instalando-se na canção do amor proibido.

MV

3 comentários:

Delfim peixoto disse...

Todo o Amor é permitido... somente o escondido é o Verdadeiro~
Jnhs

impulsos disse...

Um impulso trouxe-me aqui hoje...

Ainda bem que vim, pois pude ler um poema lindíssimo que muito me agradou!

Beijo

Paulo Afonso Ramos disse...

Olá MV,
deixo um comentário-poema...


uma folha...
um desejo
num poema
este ensejo.

Fica
para que nunca voltes
fica…

um beijo